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Sala de estar translation missing: pt.style.sala-de-estar.escandinavo por ATELIER JUNNNE

Reciclagem

Reciclagem

No mundo em que vivemos, com graves problemas ambientais, é irresponsável não assumirmos um modo de vida sustentável.
No mundo em que vivemos, com graves problemas ambientais, é irresponsável não assumirmos um modo de vida sustentável.

Não podemos mudar o mundo sozinhos, mas podemos fazer a nossa parte para, juntos, obtermos resultados e fazermos do planeta um lugar melhor para as gerações vindouras.

Hoje em dia, ouve-se cada vez mais a expressão inglesa DIY que significa Do It Yourself ou, em português, Faça Você Mesmo. DIY refere-se à actividade de decorar ou reparar algo em casa usando as nossas próprias mãos em vez de pagar a outra pessoa para o efeito. Esta actividade envolve, não raras as vezes, uma reciclagem de objectos antigos que passa pelo restauro e/ou pintura de uma peça, dando-lhe nova uma vida ou finalidade. Imagine uma palete de obras que se transforma numa mesa de centro, a portada de uma janela que vira cabeceira de cama, um louceiro velho com uma nova pintura a assumir o protagonismo de uma sala ou cozinha ou uma cadeira velha e empoeirada com novos estofos. Possibilidades não faltam e a imaginação é o limite. As vantagens são várias. Não só poupa dinheiro, como também recicla peças antigas que assim não vão para o lixo, nem ficam a ocupar espaço útil.

Saiba mais.

Mobiliário antigo

Hoje em dia, a ideia de restaurar mobiliário está cada vez mais entranhada na sociedade. Antigamente, esta actividade era vista como sendo apanágio de classes mais baixas, de entusiastas de velharias e de hippies. Já não é assim e é cada vez mais comum os designers de interiores incorporarem peças restauradas nos seus projectos com resultados muito bem sucedidos.

Há móveis antigos que passam de geração em geração nas famílias pelo que adquirem valor sentimental. A poltrona do avô, a secretária do pai ou o toucador da avó. Como é natural, as ideias sobre conforto e qualidade de vida dentro de uma casa evoluíram e é normal que as novas gerações não se identifiquem com algumas peças. Contudo, mesmo havendo opções baratas e que triunfam no mercado com um marketing agressivo, não há nada como valorizar o nosso legado se tivermos o privilégio de o ter.

Por muito úteis e funcionais que sejam os móveis que hoje em dia se fabricam, também é verdade que têm um reduzido tempo de vida o que contribui para uma sociedade mais consumista e que se desfaz de tudo com leviandade o que, por consequência, causa mais poluição.

Seja criativo: mais do que restaurar, recriar

Enquanto a restauração devolve uma peça ao seu estado original, a transformação leva-a a servir novos propósitos, muitas vezes pouco prováveis, alguns dos quais já mencionados na introdução deste artigo. Para tal, pode brincar com a estrutura, peculiaridades e detalhes de determinada peça, incumbindo-a de uma nova função. Um aparador ou cómoda antiga, por exemplo, pode servir de suporte para um lavatório moderno numa casa de banho. Uma jarra pode ser electrificada de modo a transformar-se num candeeiro. Desta forma, conseguirá criar um ambiente único dentro da sua casa através de uma peça completamente exclusiva que exibirá, orgulhosamente, o seu cunho pessoal.

Que tipo de peças pode usar?

Peças que já não são usadas: esta categoria inclui os elementos que tem aí em casa, mas aos quais já não dá uso. Por exemplo, um berço ou cama de criança, o painel de madeira da parte de trás de um roupeiro, estantes que removeu da parede para a pintar e não voltou a colocar, entre outros. Repare que não precisa de usar a peça por inteiro, pode usar apenas determinadas partes.

Peças degradadas ou com defeito: quase todos temos ou já tivemos um móvel que se inclui neste grupo em casa. Uma peça cujo material se deteriorou, uma peça com riscos ou outras marcas de uso ou uma peça partida. Uma banqueta de madeira, por exemplo, pode ser lixada e tratada e posteriormente pintada de uma cor alegre para colocar junto à lareira, no exterior ou no quarto do seu filho!

Peças obsoletas ou fora de moda: uma peça antiga ou pesada não fica bem dentro do contexto de uma decoração moderna. No entanto, pode usar partes dessa peça.

Não tenho móveis que possam servir o efeito. Onde posso encontrá-los?

Lojas de velharias: velharias e não necessariamente antiguidades. Há lojas onde se encontram verdadeiras relíquias a preços muito convidativos.

Mercados: nas grandes cidades, há quase todos os fins-de-semana um mercado onde várias pessoas alugam um espaço para se desfazerem de algumas coisas que têm em casa. São designados como “flea markets”. Entre roupas e acessórios, é também comum encontrar velharias. O estorvo de uns é o tesouro de outros. Com imaginação, pode reciclar qualquer uma destas peças.

Leilões: no contexto actual de crise, muitas são as famílias que, infelizmente, tiveram que pôr em leilão o recheio das casas. Num destes eventos, pode encontrar verdadeiras relíquias propícias a ser recicladas.

Fale com amigos e familiares: pergunte-lhes se têm peças que já não usem e não queiram. Com sorte, oferecem-lhe.

Classificados e páginas de vendas on-line: nas redes sociais e em determinadas plataformas, também pode ter sucesso no que toca a encontrar móveis antigos. Peça sugestões aos seus amigos, eles podem conhecer. O que devo ter em conta numa peça antes de a comprar para reciclar?

Antes de comprar determinada peça ou de começar o processo de reciclagem, é essencial que avalie o estado da mesma. Madeira podre é dispensável. As paletes de madeira, por exemplo, devem ser certificadas para bem da sua saúde.

Sugerimos, assim, que avalie as condições e a qualidade dos móveis em causa – estabilidade, robustez, causas que os levaram a deteriorar-se, entre outros -, que faça um projecto, que saiba exactamente onde os vai colocar e se o contexto se adequa. Questione-se: preciso desta peça? Ela é útil? O novo uso que lhe vou dar é melhor do que o anterior? Vai adaptar-se ou criar um contraste interessante com o estilo da minha casa? Tenho competência para reciclar sem a ajuda de um profissional? De que materiais preciso? Quanto vou gastar?

Em suma: vantagens de reciclar

A primeira vantagem é evidente. Em vez de ter que comprar móveis novos, recicla os antigos e, como tal, poupa dinheiro. Ao reciclar materiais está a dar-lhes uma nova oportunidade e a poupar o meio ambiente. A reciclagem origina uma decoração única e criativa.

O que fazer a peças que não posso reciclar?

Se as peças não estão próprias para reciclar, deve descartá-las em centros de reciclagem e não no meio da rua. Informe-se junto a uma entidade competente no seu distrito. Os serviços municipais saberão exactamente o que tem que fazer e podem assisti-lo no processo, indo a sua casa buscar móveis pesados. Há, também, empresas particulares que se dedicam a este trabalho. Depositar um móvel usado sem critério pode ser considerado crime ambiental.

Esperamos que o nosso texto o tenha convencido. É importante começarmos a pensar de forma menos egoísta e desempenharmos o nosso papel para diminuirmos a nossa pegada ecológica. Para além disso, nada como termos em casa peças únicas, bonitas e funcionais completamente pensadas e executadas por nós.

Para se inspirar nestas lides da reciclagem, não deixe de ler os nossos livros de ideias sobre o assunto. A homify é uma fonte inesgotável de inspiração!

Habitações translation missing: pt.style.habitações.moderno por Casas inHAUS

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