Designers de interiores e decoradores - Porto: Encontre os profissionais ideais | homify

86 Designers de interiores e decoradores em Porto

Designers de interiores e decoradores no Porto

Está entre as 100 cidades mais visitadas no mundo e, em Portugal, é a segunda maior. Falamos, obviamente, do Porto, conhecido mundialmente pelas pontes que atravessam o Douro, pela arquitectura contemporânea e antiga, pela gastronomia, pelo famoso vinho – apreciado e utilizado pelos melhores chefs – e, claro está, pelo seu maravilhoso centro histórico, classificado, pela UNESCO, como Património Mundial.

É no Porto que se situam a maior parte das pequenas e médias empresas do país. A região exporta mais do que importa, o que não é por acaso: o Porto de Leixões – que representa cerca de 25% do comércio tradicional – abre o Porto para o mundo e tem um papel estratégico nas relações comerciais de Portugal com vários países. O Aeroporto Francisco Sá Carneiro é, também, uma importante infraestrutura, tendo sido considerado, em 2014, o terceiro melhor aeroporto europeu.

A cidade acolhe proeminentes grupos económicos de diversos sectores. É o caso da Bial,do Grupo Amorim, da Porto Editora, da SONAE, da RAR,entre outros.

Se mora no belo Porto e procura um designer de interiores ou um decorador que o ajude a melhorar os ambientes da sua casa, então anote as informações que incluímos neste texto.

1. Qual é a diferença entre designers de interiores e decoradores?

É comum haver dúvidas sobre o alcance da actuação de um decorador e de um designer de interiores. Na verdade, há muitas semelhanças entre ambas as profissões, o que torna difícil dizer onde o trabalho de um profissional acaba e o do outro começa. Ainda assim, há diferenças: umas mais subtis do que outras e nem todas consensuais. Para quem procura um serviço desta natureza, torna-se importante perceber o que separa estes profissionais, sob pena de não se contratar a pessoa certa para se levar a cabo determinado projecto.

Vamos, então, clarificar os conceitos:

1.1. Designer de interiores

Os designers de interiores não se limitam a melhorar o aspecto dos espaços: também melhoram a funcionalidade dos mesmos, o que pode implicar alterá-los do ponto de vista estrutural – demolindo ou erguendo paredes, por exemplo – e mudar, por completo, o layout.

Neste contexto, é necessário um conhecimento amplo em vários sectores: escolha de materiais e de sistemas de construção, dimensionamento e posicionamento do mobiliário e dos objectos de decoração, compreensão das técnicas que proporcionam conforto térmico, acústico e lumínico, consideração do aspecto ergonómico, entendimento das cores e conhecimento das tendências e das novas tecnologias.

Em linhas gerais, os designers de interiores optimizam os ambientes e adaptam-nos às necessidades e à disponibilidade financeira dos clientes, aliando a funcionalidade ao conforto e à estética. A última parte do trabalho deste especialista – decorar os espaços – cruza-se com a área de competência do decorador.

Os designers de interiores são, ainda, responsáveis por gerir os prazos e coordenar o trabalho dos especialistas necessários à execução da obra: pintores, carpinteiros, marceneiros, electricistas, entre outros.

Para o exercício da profissão, o designer de interiores deve ter formação superior. O profissional pode trabalhar autonomamente ou fazer parte de uma empresa especializada em design de interiores e decoração. Há, também, designers de interiores que são consultores em lojas de móveis.

A maior parte dos designers de interiores tem um escritório para receber os clientes e reunir com os colegas de trabalho. Ter um espaço físico é uma forma de transmitir profissionalismo e seriedade. 

1.2. Decoradores

Contrariamente aos designers de interiores, os decoradores não precisam de educação formal porque se focam na imagem dos espaços e não no planeamento estrutural dos mesmos. São, geralmente, autodidatas e donos de uma forte sensibilidade estética.

É seguro dizer que os decoradores intervêm só na parte final da obra, de uma maneira mais superficial e que são, igualmente, requisitados quando se pretende refrescar a decoração e mudar o estilo dos ambientes. Isto não significa que os decoradores não possam valorizar o currículo com cursos, formações e workshops. Há, actualmente, várias cursos de decoração, por norma de curta duração e alguns orientados para domínios muito específicos (tecidos, cor, layouts, estilo do mobiliário, etc.).

Os decoradores ajudam os clientes a escolher o estilo, o esquema cromático, os móveis, a iluminação, os têxteis e os acessórios para os espaços. Estes profissionais não costumam trabalhar com construtores ou arquitectos já que, como mencionado, o trabalho estrutural está concluído quando chegam. Contudo, é comum trabalharem com marceneiros, estofadores e outros especialistas da indústria.

Tal como os designers de interiores, os decoradores também têm, habitualmente, ateliers onde preparam os projectos e se reúnem com os clientes. 

2. Deve escolher um designer de interiores ou um decorador?

Quando escolher um designer de interiores? Quando os espaços precisam de mudanças estruturais, então os designers de interiores são a melhor opção, já que o podem ajudar nesse sentido, trabalhando, directamente, com construtores e arquitectos.

Quando escolher um decorador? O decorador é a melhor escolha quando os espaços precisam apenas de uma nova imagem e o projecto não envolve mudanças estruturais. Este profissional ajudá-lo-á a escolher cores, papéis de parede, tratamentos para as janelas, acessórios de iluminação e de decoração, móveis, entre outras coisas. No fundo, lava a cara aos ambientes, tornando-os mais agradáveis e confortáveis, ao mesmo tempo que está atento às tendências.

Porém, a escolha final dependerá mais das aptidões dos profissionais do que do título que possuem. Há muitos designers de interiores que fazem, maioritariamente, projectos de decoração, ou seja, que não envolvem renovações e mudanças estruturais, e há muitos decoradores que, pelas competências que vão ganhando, estão aptos a intervencionar os espaços mais a fundo, fazendo alterações que, normalmente, são da responsabilidade dos designers. As duas áreas não são herméticas.

3. Quanto custa contratar um designer de interiores e um decorador no Porto?

Os preços podem variar de acordo com os espaços em questão, com a complexidade do trabalho e com o prestígio do decorador ou do designer de interiores contratado.

No entanto, em Portugal, o custo médio de um serviço de design de interiores é de, aproximadamente, 600€, num intervalo entre os 250€ e os 1000€.

Por outro lado, o preço médio para um serviço de decoração de interiores é de 500€, podendo, no entanto, variar entre os 250€ e os 2500€. Os profissionais podem cobrar por metro quadrado ou apresentar-lhe uma proposta que diga respeito ao projecto inteiro.

Estes valores são apenas referenciais. O valor do seu projecto pode ficar aquém, mediante as especificidades que lhe estiverem inerentes.

4. O que considerar antes de contratar um designer de interiores ou um decorador no Porto?

  • Antes de mais, deve certificar-se de que contrata um profissional que compreende as suas necessidades e partilha do seu sentido estético. Para tal, é aconselhável consultar vários portefólios de empresas da sua zona e seleccionar aquelas com cujos trabalhos mais se identifica.
  • É importante definir quanto quer gastar e transmitir esta informação, logo de início, ao decorador ou ao designer de interiores. Os profissionais devem saber de que meios o cliente dispõe, antes de começarem a projectar os espaços. Não se preocupe se o seu orçamento for limitado. Uma das grandes mais-valias intrínsecas à contratação destes profissionais tem, precisamente, a ver com a capacidade dos mesmos em optimizar os orçamentos que lhes são disponibilizados.
  • A propósito da questão do orçamento, pode aproveitar para se informar sobre as condições de pagamento. Uma boa opção é pagar metade antes do início do projecto e a outra metade no fim. Desta forma, ambas as partes ficam salvaguardadas.
  • Nem sempre é fácil explicar, por palavras, a visão que temos para um determinado espaço. Para evitar que as suas ideias não sejam transmitidas com clareza, é uma boa ideia reunir imagens de espaços de que gosta – pode tirá-las aqui da homify, de revistas de decoração e de outros sites da especialidade – e mostrá-las ao designer ou ao decorador. Pense nas cores, nos materiais, nos móveis, no estilo e leve bons exemplos daquilo que pretende ver aplicado em sua casa. Assim, não precisa de ficar na dúvida se o especialista percebeu ou não. Por outro lado, seja claro se, por exemplo, houver alguma cor ou estilo de que não gosta mesmo. Pode até levar imagens de espaços com os quais não se identifica. Quanto mais informação o decorador ou o designer tiver, melhor. Durante este processo, seja flexível e esteja aberto a sugestões. Nem sempre aquilo que idealizamos funciona na nossa casa.
  • Tente perceber quão envolvido pode estar no projecto.designers e decoradores que preferem trabalhar de forma mais autónoma, por isso é bom saber com o que pode contar.
  • Não se esqueça de pensar a longo prazo. As preferências e as circunstâncias mudam ao longo do tempo. Por exemplo, um casal que não tem filhos, mas pensa tê-los a curto ou médio prazo, deve pensar o projecto tendo em conta este facto, já que há elementos a evitar num espaço onde vão estar bebés e crianças.
  • Para além da consulta dos portefólios, deve procurar referências deixadas por antigos clientes. Se estes clientes estiverem satisfeitos, não há motivos para acreditar que algo correrá mal consigo.

5. Onde posso encontrar designers de interiores e decoradores no Porto?

Antes de mais, vale realçar que, sempre que possível, se deve contratar localmente. Se o fizer, conseguirá poupar em custos de deslocação e reunir-se com o profissional facilmente. No Porto, não terá quaisquer dificuldades em encontrar designers de interiores ou decoradores. É o segundo maior centro urbano do país, pelo que a oferta é muito variada.

A sua pesquisa pode começar pela homify. No nosso site, estão inscritos centenas de profissionais de decoração e de design de interiores, de norte a sul do país. Estes profissionais têm as suas próprias páginas dentro da nossa plataforma, páginas essas onde partilham, em álbuns, os projectos por eles já concretizados, assim como os contactos telefónicos, a morada e, não raras as vezes, os links para os perfis nas redes sociais e para os sites.

Lembramos que os nossos leitores se podem registar gratuitamente e criar, também eles, os seus próprios álbuns. Estes álbuns servirão para guardar as fotografias de que mais gostarem. Se procura, por exemplo, ideias para uma sala de estar, basta ir ao separador ’Espaços – no topo desta página – e, na coluna esquerda, seleccionar a categoria Salas de Estar. Ainda na coluna esquerda, mais abaixo, pode afunilar a sua pesquisa por estilo. Ao passar o rato sobre as imagens, aparecer-lhe-á a etiqueta Guardar’. Crie um álbum só para salas – ou para qualquer outra divisão – e guarde lá as imagens das suas salas preferidas.

Se não encontrar um profissional que lhe encha as medidas, expanda a sua pesquisa para o Google, para as redes sociais – Facebook, Twitter, Instagram ou LinkedIn – e não se esqueça de indagar junto das lojas de decoração, de móveis e de construção. É provável que tenham uma boa referência para si ou que prestem este serviço. Nas revistas da especialidade, também pode encontrar nomes de bons profissionais que trabalham na sua área de residência.

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