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5 Carpinteiros em Guimarães

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Guimarães – carpinteiros no berço da nação

Não vamos falar da história de Guimarães. Ela é sobejamente conhecida, extensa e vital para a nossa identidade como país. Precisamos, sim, de falar da sua arquitectura ímpar e da forma como sempre se relacionou e se apoiou na arte da carpintaria para se desenvolver.

Desde muito cedo, no decorrer da história humana, houve a necessidade de trabalhar a madeira para construir habitações e só desde há algumas dezenas de anos surgiram outros materiais que a podem substituir. Mesmo que a pedra fosse a base construída, a madeira era sempre usada para estruturas. 

É por isso que, em zonas históricas, os trabalhos de renovação e reabilitação têm uma relação muito estreita com os trabalhos de carpintaria. Portas e janelas, estruturas de telhados, pavimentos e rodapés… Em cada um destes elementos substituídos, há a mão de um carpinteiro.

O primeiro exemplo de uma intervenção deste género nos tempos modernos foi feito em 1985, na Casa da Rua Nova e deu início ao projecto de recuperação do centro histórico.

Mas nem só de projectos de recuperação de edifícios de interesse arquitectónico e histórico se faz a carpintaria, em Guimarães. Hoje em dia, a cidade é moderna e é uma das mais vitais incubadoras de profissionais de arquitectura, saídos da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho.

Por tudo isto, se tem um trabalho de carpintaria na cidade de Guimarães ou arredores, temos a certeza que vai encontrar o carpinteiro certo para ele. Mas antes saiba com o que pode contar! 

O que faz um carpinteiro?

Um carpinteiro é daqueles profissionais que vão ser sempre necessários, porque há sempre trabalhos em madeira para fazer numa casa, seja na construção ou nos arranjos interiores. Desde construir estruturas arquitectónicas até fazer móveis à sua medida, há muito trabalho de carpintaria numa casa! Mas quais são concretamente as tarefas que um carpinteiro desempenha no seu trabalho?

Vamos saber:

  • Interpreta e põe em prática os desenhos técnicos elaborados por arquitectos, engenheiros e designers de interiores, mas também é capaz de fazer esboços e de estruturar trabalho;
  • Escolher os materiais ou assisti-lo na escolha, sabendo as características e os benefícios de cada um, em função do seu projecto;
  • Medir, marcar, cortar e moldar a madeira e/ou outros materiais, fixando-os com as técnicas apropriadas ao tipo de trabalho;
  • Construir partes e peças de estruturas, móveis ou outros elementos em madeira, para fazer recuperações;
  • Inspeccionar trabalhos já efectuados, dentro da sua área de actuação.

Qual é a diferença entre um carpinteiro e um marceneiro?

Apesar de ambos trabalharem com madeira, um carpinteiro não faz o mesmo que um marceneiro

Um marceneiro usa apenas madeira natural para construir peças muito belas, por vezes esculpidas, de carácter ornamental. 

O carpinteiro tem funções mais técnicas e práticas, embora seja igualmente capaz de fabricar peças bonitas. Pode usar madeira natural, mas também utiliza muitas vezes derivados da madeira, como o contraplacado, o laminado ou o OSB (Oriented Strand Board). 

Muitas vezes, o marceneiro é chamado a ornamentar peças de carpintaria.

Que tipos de carpinteiros há?

Basicamente, podemos contar com duas categorias gerais na área da carpintaria:

  • carpintaria de toscos, quando se tratam de trabalhos para a construção, como cofragens, por exemplo;
  • carpintaria de limpos, quando se tratam de trabalhos de acabamentos em madeiras, como revestimentos, móveis, pavimentos, etc.

Embora não haja nenhum tipo de formação obrigatória para se trabalhar como carpinteiro em Portugal, a grande competitividade do mercado, a evolução dos materiais (suas características e aplicações), e as técnicas de trabalho em constante mutação, têm vindo progressivamente a empurrar os profissionais na via da formação técnica.

Por outro lado, a maquinaria específica para produzir peças diferenciadas obriga a uma maior especialização, porque as máquinas que criam um perfil em madeira para uma janela, podem não ser as mesmas que se usam para criar móveis.

Assim, tendo em conta essa especialização a que as novas tecnologias e maquinarias obrigam, podemos considerar três tipos de carpinteiros:

  • carpinteiros de estruturas, quando produzem peças destinadas à construção civil ou estruturas mais simples, como pérgulas ou telheiros, por exemplo;
  • carpinteiros de acabamentos, que podem ser de pavimentos e rodapés, de pavimentos e revestimentos, de portas e janelas, entre outros, em função do acabamento produzido;
  • carpinteiros de mobiliário, especializados em produzir, reparar ou recuperar móveis.

Que características devo procurar num bom carpinteiro em Guimarães?

Na busca do carpinteiro mais apropriado para o seu projecto, há muitas variáveis que deve acautelar. Vamos saber as mais importantes:

  • Empatia e boa comunicação – é importante saber que pode comunicar as suas preferências ou apontar qualquer alteração a ser feita, sem receio de melindrar o profissional. É igualmente importante que o carpinteiro seja capaz de interpretar o seu pedido, apresentando-lhe alternativas, se necessário. Numa época onde a imagem é uma mais-valia tão importante, procurar profissionais compostos, e que apostam nas relações públicas, pode ser sinónimo de actualização;
  • Boas relações com os fornecedores – nem sempre é fácil avaliar este ponto mas, com a devida atenção, acaba por perceber determinados pormenores. A importância de manter fornecedores estáveis prende-se com a estabilidade económica que, em última análise, pode afectar fortemente o sucesso do seu projecto. Numa actividade que tanto necessita de materiais, qualquer atraso nas entregas de materiais por falta de pagamento, vai reflectir-se nos prazos de entrega do trabalho encomendado;
  • Experiência e formação – a experiência por si só pode não significar um bom trabalho, pois não implica que o profissional esteja dentro das tendências do mercado e das novas tecnologias. Unir experiência com uma base académica e tecnológica, é mais seguro.

O que devo acautelar em contrato?

Celebrar um contrato é de muita utilidade em qualquer actividade, estabelecendo objectivos e balizas. Um contrato verbal pode não ser suficiente, tenha isto em conta. 

Há vários pontos que devem ser devidamente acautelados para que não restem dúvidas e para que fique mais descansado:

  • O preço – pode parecer óbvio, mas há muitas situações onde a falta da definição de um preço final abre a porta a muitos mal-entendidos e a situações menos agradáveis. Pode colocar apenas o preço total em contrato, mas não deixe de pedir detalhes no orçamento;
  • O prazo – outro ponto que muitas vezes é negligenciado. Com o prazo de entrega definido, há mais segurança de cumprimento e mesmo que haja irregularidades (que pode haver), estas têm de ser bem explicadas, podendo mesmo negociar penalizações, em caso de incumprimento;
  • O cumprimento com a legislação de segurança e saúde – todos os trabalhadores têm direito a trabalhar com condições de segurança, higiene e saúde no trabalho e a ter o devido seguro de acidentes no trabalho. Pode colocar este ponto em contrato, mas deve sempre assegurar-se de que a legislação é cumprida, pois a responsabilidade última será sua;
  • Garantia – peça garantias sobre o trabalho executado. Se surgirem problemas, tem de ter a certeza de que vai ser ouvido, acompanhado e ressarcido.

Quanto custa o trabalho de um carpinteiro em Guimarães?

Esta não é uma pergunta fácil de responder. Normalmente, as horas de carpinteiro, ajudantes e montadores vêm incluídas no preço final do projecto, juntamente com o valor dos materiais, dos equipamentos e demais custos. Assim, é fácil de perceber que o preço final dos projectos é difícil de saber, porque também leva em linha de conta a complexidade do mesmo. Ainda assim, pode ser útil saber que, se já tiver a madeira ou outro material para o projecto, os valores por hora para um carpinteiro de 1ª e para um carpinteiro ajudante são de 16,90€ e de 7,50€, respectivamente.