Como reduzir os custos mensais – 6 dicas básicas!

Mariana Garcia – Homify Mariana Garcia – Homify
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Na homify tentamos trazer-lhe, através da nossa revista, o melhor que se faz por esse mundo fora no que toca a arquitectura e decoração. É muito natural que os nossos leitores fiquem deliciados com o que vamos mostrando diariamente, mas também sabemos que nem toda a gente tem ou está numa situação financeira desafogada para poder investir nestas casas de sonho. Por isso mesmo, hoje vamos falar sobre como poderá poupar algum dinheiro do seu orçamento doméstico. Há várias atitudes que pode tomar com vista a reduzir os gastos mensais que tem – naturalmente, umas mais difíceis que outras e que por isso mesmo merecem alguma reflexão para perceber as reais consequências delas -, esticando assim o seu vencimento. Há que pensar fora da caixa e, no caso de ser necessário, dar um passo atrás para mais tarde dar dois em frente. São 6 as dicas que lhe deixamos neste artigo que pode ver e rever quando quiser e sempre que precisar! Vamos lá então?

Carro, boleia ou transportes públicos?

No seu dia-a-dia, é natural que precise do seu carro para se deslocar para o trabalho e para casa. É verdade que ter um carro deixou de ser um luxo para ser uma necessidade, mas se estamos em altura de vacas magras, vamos repensar esta necessidade. Aqui, damos-lhe duas soluções: ou entra no esquema das boleias (de vizinhos, amigos ou colegas de trabalho) com vista a partilhar os gastos do combustível ou então – numa perspectiva mais radical – venda o seu carro e torne-se adepto dos transportes públicos! Informe-se acerca do passe mensal do transporte público que mais lhe convém e compare esse gasto ao ir e vir todos os dias de carro. Nem sempre esta rede de transportes é a melhor, mas muitas vezes nem pensamos nela por causa da comodidade que o carro nos dá, desperdiçando assim tempo e dinheiro todos os meses!

Considere partilhar a sua casa

Bem sabemos como é bom termos o nosso próprio espaço, o nosso cantinho, onde podemos ser nós próprios sem julgamentos ou pressões. No entanto, por vezes o melhor mesmo é considerar ter alguém com quem partilhar a casa – e, consequentemente, as despesas da renda, água, luz, gás, etc. Se o seu apartamento tiver mais de um quarto ou se não se importar de abdicar da sala, está em perfeitas condições para falar com amigos seus que precisem também de partilhar gastos ou então publicitar o espaço que tem livre nas redes sociais ou em sites criados para o efeito. Caso seja um imóvel pequeno, considere mudar-se para um maior com uma ou mais pessoas. Independentemente de ser uma solução a médio ou longo prazo, verá como o seu orçamento conseguirá esticar-se um pouco mais! Mas antes de escolher os seus futuros companheiros de casa, reveja as condições em que quer que o vosso contrato (escrito ou não) se baseie, como por exemplo a partilha da despensa, dos espaços comuns, dias de pagamento, existência de animais de estimação, entre outras questões.

Junte os seus seguros

Seguro da casa, de saúde, do carro, do cão, do gato… uffa, tanto papel – e tanta despesa! Apesar de não poder fugir muito de alguns deles, pode sim juntá-los todos na mesma seguradora. O que muitas vezes acaba por acontecer é que, como estes seguros são feitos em fases diferentes da nossa vida, são contratos feitos com mais do que uma seguradora. O que não nos apercebemos é que, no fim de contas, ficamos a pagar muito quando na realidade existem outras opções mais económicas. Algumas seguradoras oferecem descontos em pacotes de dois ou mais seguros. Assim sendo, informe-se bem e veja qual a solução que se encaixa melhor na sua carteira! 

Concentre o aquecimento numa divisão

Pode ser difícil decidir qual a divisão que será presenteada com uma lareira, recuperador de calor ou aquecedor, mas a verdade é que depois de o fazer verá a sua conta de electricidade baixar ou a quantidade de lenha durar mais tempo! Pondere onde passa a maior parte do seu tempo e instale aí a sua fonte de calor. Concentrando o aquecimento numa só divisão fará com que o mesmo seja mais eficaz e não desperdiçará tanto calor. Naturalmente que sentirá mais as diferenças de temperatura, mas por outro lado gastará menos e conseguirá aproveitar melhor a sua fonte de calor. Aproveite para secar roupa, por exemplo!

Plante a sua própria horta

Jardins rústicos por Luiza Soares - Paisagismo
Luiza Soares – Paisagismo

MÃO NA TERRA, Belo Horizonte, 2015

Luiza Soares - Paisagismo

E por último, o nosso artigo foca-se nas hortaliças: que tal fazer a sua própria horta? Mesmo que não tenha grande experiência em agricultura, hoje em dia o que não falta são sites e blogs com dicas sobre como fazer o seu próprio cantinho verde. E mais: não precisa de um espaço muito grande para o fazer! Claro que é sempre preferível ter uma zona exterior com terra para plantar e semear os seus vegetais, mas no caso de viver num apartamento saiba que pode ter uma pequena horta dentro de casa! E se o espaço for mesmo um problema, aprenda a fazer uma horta vertical, para optimizar a área que tem livre! Pode ter ervas aromáticas, tomateiros, duas ou três alfaces, agriões, espinafres… É certo que não vai deixar de ir ao supermercado, mas para além de começar a ter refeições mais saudáveis, é uma actividade relaxante e muito motivadora! E então, mãos à obra?

Decisões difíceis, mas soluções à vista! O que achou das nossas dicas?
Casas modernas por Casas inHAUS

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