A magia do campestre

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Entre devagarinho. Aproveite cada cheiro, cada som, cada toque… Entre cores suaves ou fortes constrói-se a natureza em seu redor. As férias, por vezes, pedem descanso. Meditação e tranquilidade. Nada melhor do que pôr os cinco, a quem diga seis, sentidos em alerta. Deixe-se levar por ambientes campestres quer esteja no campo ou na cidade. 

Se é amante de espaços campestres, viva-o intensamente todo o ano em sua casa. Caracterize-o em pormenores que fazem toda a diferença, num vaso com flores, cadeiras em vime ou padrões de tecido às riscas. E não pense que é coisa do passado ou de casas de campo. O estilo campestre torna os espaços acolhedores e agradáveis, definindo o seu bom gosto. 

A magia do campestre promove harmonia, por conciliar as cores da terra e a decoração ideal para o dia-a-dia, tornando os espaços requintados, mas, ao mesmo tempo, de grande utilidade. 

Seja bem-vindo à nossa casa, que agora também é sua.

Janela de flores

As janelas despertam os olhares mais curiosos. São a ponte entre o nosso ninho e o mundo. Crie um ambiente campestre com flores colhidas no campo. Se não vive no meio rural, encontre-as no mercado ou numa florista perto de si. Desculpas não há… E há sempre imitações, que nos fazem olhar duas vezes. Quanto aos jarros, certamente a sua avó esconde um lá por casa. O antigo vira novo em minutos, basta um pouco de imaginação. Escolha a cor que mais gosta e pinte-o. Se conseguir mais do que um, o resultado pode ser tão fantástico quanto a imagem que lhe apresentamos. É caso para dizer que os pormenores fazem toda a diferença.

O cor-de-rosa dá um toque feminino e mimoso à sua janela. Há outras cores que combinam na perfeição com as flores campestres. Experimente um verde água ou um azul céu. Também pode apostar em tons fortes, se a sua preferência recair sobre flores mais delicadas com cores suaves. Não fique à janela, faça o favor de entrar pela porta da frente.

Campo na cidade

A saudade vai aumentando, na certeza que no próximo fim de semana estamos de regresso. Para ser mais fácil, decorou-se a casa da cidade com apontamentos campestres. Há flores da quinta, seixos do riacho, mesa e cadeira em vime. A madeira é uma constante em toda a casa. E para que nada falte, trouxemos um dos móveis antigos da casa de banho. Faz sucesso entre amigos.

Trazemos o campo para a cidade. É assim que também se matam as saudades dos pais e dos avós. Na sala de estar, os sofás têm as mesmas almofadas que gostamos de levar até ao riacho. São estes os momentos de alegria e de felicidade que vivemos em família.

Foi um prazer recebê-lo na nossa casa. Ou melhor nas nossas casas que estão decoradas com a magia do rústico. Esperamos que tenha aproveitado cada cheiro, cada som, cada toque… Nós sentimos todos os dias. Seja sempre bem-vindo!

Com o passado conta-se o presente

As portas fecham-se. Vamos até outra casa. Uma casa que nos faz viajar até ao passado, onde nos sentamos e divagamos entre pensamentos e passeios ao ar livre. Antes fechámos as portas de nossa casa, na qual preservarmos a paixão pelo rústico, pelo campestre.

Algumas das peças decorativas vieram da casa onde daqui a umas horas vamos voltar a entrar. É o caso das cadeiras. Lindas, maravilhosas, cheias e charme! Com o estilo rústico constrói-se um ambiente de sonho, daqueles em que a imaginação corre sem parar. É paixão sim!

Tonalidade de sabores

A janela cor-de-rosa adivinha um ambiente bucólico e apaixonante no interior do lar. Madeiras por pintar combinam na perfeição com as linhas direitas e modernas da cozinha com elegância campestre. Há uma tonalidade de sabores que tornam o espaço campestre tão apetecível de viver e de sentir entre família e amigos.

No forno já cresce um bolo. Receita da avó, guardada religiosamente no móvel que já mudou de cor e de decoração várias vezes ao longo dos anos. Mantêm-se sempre, numa das prateleiras, o vaso azul com flores campestres colhidas todas as manhãs, quando estamos por lá. O cheiro do bolo de cenoura, que depois se vai regar com chocolate derretido, espalha-se pela casa. Entretanto, os mais novos passeiam pela quinta sobre o olhar mais atento dos mais velhos. O regresso a casa está por momentos. Vamos preparar a varanda, enquanto sentimos o perfume do jardim campestre. A chaleira já está ao lume. Um chá de folhas e flores colhidas junto à casa.

Relaxe nas cores da natureza

Imagine-se a passear por um campo verdejante, salpicado de cores fortes e suaves. O riacho ao fundo da quinta embeleza ainda mais o ambiente campestre criado ao pormenor pelo homem e pela natureza. Os seixos que a água trouxe e transformou deitam-se ao sol e convidam ao relaxamento e contemplação. Aquela almofada, criada pela Pura Cal, Design e Interiores, que decora o sofá em vime do alpendre, fica tão bem ali no meio das pedras cinzentas e amarelas. Sente-se e ouça o som da água, enquanto as crianças fazem estalar as carumas caídas pelo chão numa correria sem freio. 

Tudo parece perfeito. O vermelho, amarelo e azul que preenchem o pano branco despertam, mais uma vez, os sentidos. No outono também ali fica bem. As folhas caídas das árvores decoram com subtileza os terrenos e enchem de graça a almofada que decorra o alpendre da casa que já era dos bisavôs. Chegou a hora de regressar a casa. Os mais novos levam nas mãos pequenas pedras para decorar um dos vasos que a avó tem à entrada de casa. 

Respire fundo

Depois do passeio, o alpendre apresenta-se como a melhor companhia. A varanda, e toda a casa, resiste há mais de 100 anos. Quatro gerações desafiaram ou desafiam os tempos, mas não o amor que ali está construído. Tão sólido como as paredes em pedra. Mudaram-se apenas os pormenores, reaproveitando materiais em estilo rústico. Nos bancos em vime, optou-se por uma manta branca simples enaltecida pelas almofadas que nos fez companhia junto ao riacho, ao fundo da quinta. Os vasos decoram-se com plantas e flores colhidas ao longo do terreno. Outras apanhadas pelos longos caminhos que sobem e descem as serras perto de casa.

Chegou a hora do chá e do bolo que faz crescer água na boca. Que cheirinho! Ninguém lhe resiste. Vão-se ouvindo gargalhadas, enquanto se contam histórias passadas na casa que tem mais de 100 anos. E são tantas e tão alegres e felizes. Servem de pretexto para mais uma fatia de bolo à volta da mesa. Entretanto, as crianças correm, com cuidado, pelo jardim recheado de flores campestres. O fim do dia aproxima-se. O sol já se pôs e a lua ilumina de graça a varanda. A quem já durma numa das cadeiras de vime com o rosto encostada numa das almofadas que dão vida ao alpendre. A noite faz-se. Chegou o momento de dormir. Amanhã, terminado o fim de semana, a viagem faz-se de carro até à cidade.

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