Casas modernas por DMS Arquitectura

Simples por fora, muito moderna por dentro

Maria Miranda – HOMIFY Maria Miranda – HOMIFY
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A forma como as diferentes funções de uma casa se agrupam e organizam numa composição varia segundo os critérios aplicados e as variáveis com que nos deparamos ao projectar uma habitação. É bastante claro que casa espaço, cada implantação determina uma orientação, uma paisagem, uma posição relativa à paisagem (seja urbana ou natural) é o que determinam essas variáveis, irrepetíveis de um lugar para outro, a isto se soma o programa ou os espaços que cada família ou cliente necessitam. Tudo isto define o que logo se transforma numa ideia e depois num espaço construído. Como dizíamos inicialmente, o modo de organização de cada habitação é tão particular como o conjunto de todas estas variáveis. Nesta casa vemos como o estúdio DMS arquitectura resolve cada um de todos estes problemas que se colocam à arquitectura e que tornam único cada projecto.

A casa dividida

Na organização formal da habitação identificam-se claramente dois sectores bem delimitados, o primeiro no piso térreo que confere uma escala adequada a partir da rua e que através de recuos separa a frente da casa dos espaços de uso. Uma espécie de pórtico marca o espaço de entrada onde contrastam espaços cobertos, semicobertos e descobertos. Atrás aparece um segundo volume que contém o restante programa e se destaca sendo mais alto que o primeiro.

Área compacta

Este espaço que ocupa a posição traseira, em relação à rua, é o elemento principal da habitação uma vez que é onde se encontra a maior parte do programa de necessidades. Uma linguagem compacta que recorre a beirais e varandins em paredes que dão mais leveza aos volumes e que contém espaços de expansão dos interiores e uma linguagem de linhas simples sem nenhum recurso para além do jogo volumétrico entre paredes, entre cheios e vazios. 

O seu peso no ar

A forte materialidade volumétrica com que se mostram os espaços rompe-se em certos gestos como o da galeria cuja parede não chega ao solo e parece flutuar todo o peso nos volumes superiores. A continuidade dos espaços semi-cobertos dão ao espaço exterior a possibilidade de não só ser um espaço de expansão simples como uma adequada paisagem do exterior ao interior. Elemento recorrente na arquitectura do século XIX, vinda da antiga casa romana onde a continuidade da galeria tinham um importante papel na composição.

Fluidez dos interiores

O espaço interior é absolutamente moderno, livre sem divisões, onde as funções de uso social se agrupam num só ambiente e onde se relacionam francamente com o exterior através dos avanços no volume. Esta relação torna-se mais palpável através do detalhe das janelas que vão desde o chão ao tecto sem nenhum tipo de elemento construtivo surpérfluo.

A centralidade da cozinha

Dentro desta fluidez espacial de que falávamos na imagem anterior, a cozinha tem um papel preponderante, já que ocupa um lugar importante no espaço central desta habitação. A única forma de dividir e identificar as divisões das funções no espaço é através de pequenos gestos nos tectos. Conheça outras cozinhas modernas aqui.

Para a rua

O espaço de estadia separa-se do espaço social para se localizar na frente da habitação, em abertura para a rua e cuja única protecção é um recuo da casa e um recuo da própria fachada. A habitação torna-se assim num jogo de combinações que respondem não só à disposição dos espaços como a variáveis que tornam único cada problema e por isso cada solução. 

Veja algumas dicas para decorar a casa aqui.

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