A casa minimalista perfeita

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A casa minimalista perfeita

Sílvia Cardoso – homify Sílvia Cardoso – homify
Casas  por SEHW Architektur GmbH, Moderno
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As características de uma obra ou, dizendo melhor, o carácter ou a definição da mesma, não dependem apenas dos critérios do desenho adoptado, nem tampouco do tipo de construção ou do estilo que a define. Por vezes, existem detalhes que podem acabar por ser o denominador comum dentro de uma série de variáveis mais ou menos heterogéneas. 

Estes rasgos aparecem independentemente de qualquer outra variável do projecto e têm a ver com uma busca no processo de desenho que está intimamente relacionada com a presença na paisagem e de como o edifício se relaciona com ela. Tal como F. L. Wright desenvolveu a sua teoria sobre as casas-pradarias, tal como Amancio Williams determinou a importância da linha horizontal numa paisagem estendida e plana, assim surge a importância de marcar a verticalidade ou a horizontalidade de uma obra. 

Sobre isto parece falar-nos esta obra dos arquitectos do gabinete Sehw Architektur GmbH, da universalidade de certos argumentos como pode ser apenas uma linha de paisagem.

Volumes que levitam

Algumas linhas marcadas no reboco podem ser o início de uma ideia. O carácter horizontal desta obra começa por se demarcar na base da mesma, a qual se encontra suspensa sobre a superfície do solo. Este pormenor que parece fazer a casa levitar revela a intenção de marcar a horizontalidade como um critério a pôr em relevo. 

Linhas paralelas

A fachada traseira parece decompor, ainda mais, as linhas horizontais do desenho, acentuando a ideia de se separar do piso, não para se destacar verticalmente, mas para acompanhar o suavemente com linhas paralelas a ele. 

Detalhe

A ideia de marcar a horizontalidade está vincada em todas as partes da casa. Os detalhes cumprem uma função importante neste sentido. É o caso das finas linhas que se desenham no chão. A casa abre-se totalmente para o exterior por via de generosas superfícies envidraçadas que também a integram com o contexto natural envolvente. 

Interior consistente

As linhas que desenham o espaço interior acompanham a ideia geral da horizontalidade da moradia. Os principais elementos que decoram este ambiente – como a mesa ou as prateleiras sob um pano de fundo de madeira – seguem esta premissa e emprestam profundidade aos ambientes interiores que se desenvolvem em plano aberto. 

Detalhe no interior

O revestimento em madeira que divide o espaço das salas do da cozinha merece o nosso destaque. Parece ser construído como um contraplacado de madeira no qual lâminas de espessuras distintas se intercalam, estando algumas mais avançadas para gerar prateleiras que se destacam na composição. O desenho trabalhado deste revestimento não faz mais do que demonstrar a busca por uma ideia que fundamente cada espaço da obra. 

Escritório

Separado do resto da casa, mas pegado a ele, surge um espaço de estudo ou de trabalho onde o mobiliário serve como elemento de divisão de um espaço total, sempre com linhas horizontais marcadas. O carácter das aberturas acompanha esta ideia já que um lado se impõe sempre sobre o outro, num claro gesto para acompanhar a proposta geral. A partir deste espaço, pode-se apreciar a obra na sua totalidade, quer as etapas que conduzem ao pátio ou ao espelho de água, como a estrutura que parece levitar acima do solo. Esta ideia totalizante serve para entender esta obra a partir do geral para o particular. 

Um projecto verdadeiramente deslumbrante. De que detalhe desta casa mais gostou? 
Casas  por Casas inHAUS, Moderno

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